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Cientistas criam pilha atômica de baixo custo que dura até 20 anos

Cientistas conseguiram reduzir o seu volume para um terço e aumentar a sua capacidade 10 vezes

Cientistas criaram uma pilha atómica, ultra-compacta e de “baixo custo”, que pode gerar energia durante décadas, tornando-se apetecível para uma série de aplicações.

O problema dos produtos que dependem de pilhas para funcionar é que, inevitavelmente, as pilhas descarregam.

Os cientistas conseguiram reduzir o seu volume para um terço e aumentar a sua capacidade 10 vezes, e também torná-la 50% mais econômica. Uma combinação de melhorias que, a par da sua capacidade para gerar energia durante 20 anos, lhe garantirá uma longa lista de interessados.

Desse modo, ainda não será desta vez que teremos nos smartphones ou tablets baterias vitalícias que não precisarão ser recarregadas durante toda a sua vida útil. Estamos a falar de níveis de energia que serão adequados para sensores e outros dispositivos de baixo consumo – sem esquecer que a parte do custo “reduzido” também será sempre relativo.

A bateria pode ser usada em vários modos funcionais: como fonte de alimentação de emergência e sensor de temperatura em dispositivos usados em temperaturas extremas e em locais de difícil acesso (ou completamente inacessíveis): no espaço, debaixo d’água, em áreas de alta altitude.

No momento, os cientistas estão concluindo o procedimento internacional de patenteamento da invenção, e o próprio dispositivo já foi reconhecido por especialistas estrangeiros. Em particular, na revisão da agência internacional de pesquisa e marketing Research and Markets, a NUST MISIS – Universidade Nacional de Ciência e Tecnologia “MISiS” é a principal universidade tecnológica da Rússia no campo do aço e metalurgia – foi nomeada uma das principais players no mercado global de baterias betavoltaicas. A universidade está entre empresas como City Labs, BetaBatt, Qynergy Corp e Widetronix.